RAMEIRIZAÇÕES E EXPUNGIMENTOS

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Rumoreia-se, que o "Professor Mickey" renovou o seu vínculo com o Sporting.

A ser o caso, é uma surpresa, mas não necessariamente, um desagrado. Até porque, por uma matéria de coerência, eu disse ao Presidente há semanas, que o deveria manter, mas "maquilhar" as pessoas em redor dele, de modo a aferir, se o problema é factualmente ele, ou outras que o "mediocrizem".

No meu entender, o Professor é um homem sério, ético, mas vê-se agrilhetado a factores inibidores, tais como; ter que se subordinar a uma directora, que ao contrário dos seus homólogos no futebol masculino, nunca dá a cara, nem escuda o treinador, apenas vai a palestras (atendidas por tecnocratas), actualiza o LinkedIn, e dá uma entrevista a imprensa sanitizada (não, "Marxão", isso nada tem a ver com sanitas) por ano. Permitindo ao treinador ser a "cara das derrotas", e a sua namorada (da Directora) andar feita embaixadora do Fut Fem, por tudo quanto é pavonear, pois em campo, como se sabe há anos, é de uma ineficácia confrangedora, inobstante, ela alegar no Instagram, que joga mais que nunca, e no Twitter, que as que partilham da sua inclinação sexual, são melhores (futebolistas) que as outras, uma engenharia mental partilhada por aquelas ("amatutadas") que não diferenciam entre machismo e masculinismo, feminismo e femismo, e cujos conceitos de igualdade, raramente passam por real equidade.

(curiosamente, a "Capitã" esteve recentemente, a "desfilar" num painel onde figurou uma das mulheres mais néscias que já conheci (durante anos, demasiados...). Não me admira, em nada a convergência ou a empatia, presumo que por ali se respirasse um clima de ameninada insipidez intelectiva, em comum também têm (essas duas), supostamente, uma alegada inclinação para "promoções horizontais")

(já Cameirão, desde que se uniu, por coincidência, exprime-se por via de generalizações e sobre-simplificações que estão ao alcance de cabeleireiras, mas enxovalham uma graduada em ciências desportivas, e que, pós-união, parece ter a inteligência social de uma criança a viver sob a alçada financeira do progenitor. Reclama de tudo, não tem soluções para nada, e acha que... "alguém" devia resolver os seus problemas. Sim, esse "alguém" geralmente - sociologicamente e tradicionalmente - , são o pai ou um esposo, ambas figuras masculinas, ou... "patriarcais" nos débeis entendimentos das Raquéis, Marianas, e demais traumatizadas, que sofrem de introversão, enervamentos e ansiedade social cada vez que um homem está à sua frente. Que dizer de uma moça, que alega que os homens auferem mais, que não tem dinheiro para cuidar dos filhos, mas escolheu casar com uma mulher? No mínimo, ou que é estulta ou irresponsável)

(pela minha parte, nada tenho contra matrimónios entre o mesmo género, mas, temo, e sempre temi, pelo bem-estar dos filhos, de duas mulheres, que sempre entendi como duas tolinhas ingénuas, e que com o passar dos anos, nelas vai caindo a realização (e as agruras), que a vida adulta, afinal, não é um filme da Walt Disney)

(por último, prevejo que Cameirão sairá do seu clube em meados de 2027, mas não sei se será por vontade dela, ou por a sua banalização - que está em curso há quase 4 anos -, se tornar evidente (e com Anna Gasper já a morder-lhe os calcâneos) até para a "Mónica dos tamancos". Beatriz é uma boa miúda, espero que encontre "alguém" que compreenda a sua situação e óbvia inocência)

Na minha compreensão, o treinador é parte do problema, mas não é o problema primário.

Mais crucial, dispensar uma directora que deixa cair titulares como Ana Borges e Fátima Pinto, mas renova com a sua namorada, que é uma suplente glorificada, mas que o departamento de comunicação trata como uma estrela.

Dispensar a namorada da directora, que corre (no Fut Fem) a (viva) voz, que a mesma foi imposta ao treinador, que a sua capitania foi forçada ao treinador, e que namorada é tida como uma "espia" no balneário, tal como a assessora de imprensa.

Caso a renovação de vínculo, venha com reais poderes, o treinador não deverá querer a directora, a capitã ou a assessora, todas as 3, poderão ir trabalhar como porteiras, faxineiras ou telefonistas para a empresa das (Pri)Mates, onde a "sacerdotisa-mor" (da misandria e complexos de inferioridade endócrino-psíquica), poderá declamar infladamente, que os homens hetero são opressores, mas, preferencialmente, não quando o "Gonçalito" vier visitar.

Há pessoas, que pensam, que as minhas críticas em algo se prendem com homofobia. De modo algum, e passo a (com considerável facilidade) andaimar:

1) Se a Directora e aquela que ela protege, fossem receber ordenado para o Santander, para os Esquentadores Vulcano, para a Pedro & Mantovani, ou para o clube onde joga a Cameirão, por mim, não haveria qualquer problema.

Mas... quando no MEU (e não meu apenas) clube, se dispensam internacionais lusitanas, para renovar e assalariar, uma, cujo "talento", não é (claramente) de ordem futebolística, mas sim (aparentemente) afectiva ou carnal, quer-me parecer, tratar-se de remunerar (com dinheiro da instituição) a troco de sexo e amor, e isso, além de ausência de ética, será talvez, um parente próximo de "meretrização".

2) Já critiquei N vezes a Brenda, e ela não é homossexual, nem patente nem latente.

3) Já critiquei a "Bravíssima", e eu nem sei do que ela gosta, para além de donuts rançosos e tremoços bafientos.

4) Já critiquei a Fátima Pinto, e ela também não é homo-afectiva. É apenas uma jogadora em decadência (desde os 26 anos), e essa decrepitude atlética parece ter reflexo num decaímento emotivo, tendo-a tornado impulsiva, irascível e insegura. Em tempos, foi uma moça 5 estrelas. Aclaro, eversão unicamente de cariz atlético, pois tecnicamente, nunca foi especialmente prendada, como ela própria me confessou.

5) Já repudiei a Mónica, e ela também não é homossexual, embora, ela entenda como "chique" (duvido que ela consiga soletrar o vocábulo...) negar que é sáfica.

6) Já louvei a Beatriz, e verdadeiramente, nem sei (embora me contem) o que ela é, além de... uma das 5 melhores jogadoras do país, uma atleta excitante (numa pletora de interpretações...), uma moça inteligente, culta, cortês. Sim, ela também é bem-apessoada, mas convenhamos, a Brenda e a Jacynta não eram propriamente uns "bichos feios", e eu nunca hesitei em as recriminar. A própria Érica, não é um gárgula, e no entanto, quando (previsivelmente) fraqueja (futebolísticamente), cá estou, para a "arguir".

No futebol, o critério primário será sempre competência no tetranómio técnico-atlético-psíquico-táctico. Rainhas de (somente) beleza, que vão abanar o "material" para o animatógrafo do Rossio, ou "atacar" para uma esquina nas imediações do embarcadouro do Sodré, pois o que não faltará, serão marujos entesoados (e com menos tatuagens que a Borges) e cínicas ex-causídicas.

Nos relvados, precisamos de atacar com a dinâmica de Beatrizes, de Georgias e de Telmas Raquéis. E quem só quiser comer, o Burger King está com "open call" para fritadeiras e descascadoras de batatas.

7) Deifico e mitifico a NETO, e sei perfeitamente do que ela gosta (do mesmo que eu), mas acima disso (que não é censurável), tenho-a como uma jogadora hiper-talentosa, disciplinada, briosa, e uma "moça" humilde e educada. Quem conhecer a Neto (ou a Carole), em certa medida sente-se "desarmado" pela sua simplicidade.

8) Também não sei quais as proclividades da Miri, mas são desimportantes, quando contrastadas com o seu valor cívico.

9) A Telma, tal como a Neto, gosta do mesmo, mas mesmo que isso fosse repreensível, como reprovar uma mulher que se esfola em campo, pelo seu escudo e orgulho profissional?

10) A Potra até podia gostar de mim (prefiro alunas de biomedicina), mas só a aceitaria, se gostasse mais de mim - e do seu 'métier' - do que gosta de pão de ló e de fios de ovos.

Claramente, ela, tal como muitos homens de meia-idade, já mostrou, que prefere aprazerar as suas papilas gustativas do que aprestar-se para os rigores desportivos para os quais está a soldo. Fez a sua escolha, e o Sporting, sincronicamente, deve fazer a sua... mostrar-lhe a porta de saída, talvez, por meio, da camioneta da "Dan Cake" ou das "Bolachas Triunfo"

Se as saídas de Borges, Alícia e Fátima as entendo como tragédias? Futebolisticamente, Borges e Fátima fizeram-nos falta. Mas, havendo soluções, no meu entender, seriam jogadoras a dispensar, eventualmente, sobretudo, por questões mentais, pois ambas são mulheres nervosas. Tal como, Alícia, também o era. Tendo-o afirmado, continuo a simpatizar com a Ana Catarina.

E a Marchão também é fraca (e cómica, deveras inocente e "primorosa"), Tatiana (mas é uma profissional de mão cheia), Bravo, Fontemanha, Lúcia (que é um animal competitivo).

Brenda, claramente não é psicologicamente débil, Érica ainda menos o é, Joana Martins também não. E são com mulheres com pessoalidades assim que temos que construir um balneário sólido, e rodeá-las de executantes como Neto, Beatriz, Telma, Geo, Dani.

A Directora também não é fraca, não de mente, mas em quase tudo o resto, a realidade é que, quando sair, ninguém sentirá a sua ausência, pois não há historial de utilidade ou eficácia.

Se a língua não fosse um óbice, gostaria de ver Georgia com a braçadeira a partir de 1 de julho, pois julgo que reúne todas as competências e credibilidade para o posto.

Por último, parabéns à equipa, que a jogar em casa, conseguiu vencer pela margem mínima um Marítimo que está a lutar por não descer. Pré-jogo, o colaborante subordinado da namorada da capitã afirmou, e passo a citar, "As relações dentro do grupo têm crescido bastante e isso tem-se reflectido em campo"

(nunca explicitando, se os reflexos têm sido positivos ou negativos...)

Finalmente, Micael Martim disse (lapso Freudiano?) uma verdade, as relações (e ele lá saberá a qual se refere) têm tido reflexo na prestação da equipa. E claro, a namorada esteve nas convocadas, como sempre está, sem embargo de não jogar, chegando a figurar no banco, em detrimento de opções que tantas vezes nos têm faltado no decorrer dos jogos, como foi a vexatória eliminação vs. Valadares.

O critério nunca foi competência, mas sim obediência e, claro, 'laissez faire laissez passer'. Infelizmente, o Sr. Micael, veio para ser treinador, mas comporta-se com a subserviência de um assessor, que sabe que está ali enquanto for submisso e aquiescente, ou, até a "matriarca" ser corrida, algures nos próximos 18 meses.

A.C.F.

17/03/2026 









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