POPULARES DE ESPLANADA.

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Estive hoje a ler, sobre a alegada agressão de Daniela Margarida a Mónica Susana.

Conheço Mónica Susana há 20 anos, (já) não somos amigos, pois gosto de pessoas coerentes, mas inimizade, é algo que de certeza não existe.

A Sra. 
Daniela Margarida não a conheço, mas à distância, até simpatizo com a figura, e sei que foi, juntamente com Mariana Vaz Pinto, uma das que andou a disseminar nas redes sociais, mensagens electrónicas sem consentimento (de emissor e receptor), o que obviamente, é ilegal, como que, se ambas, estivessem a fazer o "jogo sujo" de alguém (à qual, irei atribui o nome fictício e aleatório de "Ana Raquel").

Sei, igualmente, que é a representante, intermediária, agente, lá o que for... de Telma Encarnação, Carole, Bárbara Lopes e Beatriz Cameirão, boas jogadoras e gente de bem. Aliás, muito poucas são as jogadoras que são rudes, algumas (poucas), simplesmente (quando lidam com o género oposto) são tímidas, insociáveis, inseguras, o que por vezes pode passar por indelicadeza ou altivez.

Quanto à propalada agressão. Não sei se aconteceu, se a mesma foi concussiva pelo seu impacto, ou magnificada pela excessiva sensibilidade da agredida, etc.

A ideia que tenho de Daniela Margarida, é que pesa pouco mais que uma almofada de penas de ganso. E... é sabido, no que tange a ciência desportiva, que as mulheres não geram grande potência nos seus golpes, daí, não imagino a "meia-leca" a fracturar ossos ou a rebentar com vasos sanguíneos.

Mas, sendo (a agressão) algo premeditado, mal-intencionado, e minimamente contundente, aqui, como sempre, devo dizer, que sou contra qualquer tipo de violência física, e a ausência desse tipo de mentalidades, é precisamente a razão, pela qual prefiro um jogo de futebol feminino com 200 adeptos, do que um masculino (não vou a nenhum há 13 anos) pejado de milhares de trogloditas que pensam que se evidenciam por meio da ordinarice ou combatividade, naquilo que os psiquiatras dominariam de "macheza performativa", e que, parece (igualmente) afligir umas quantas tont(inh)as, que julgam que assimilando os defeitos de carácter dos homens, é a forma de se equipararem a eles socialmente. Não admira que o feminismo populista encontre tanta militância nos cabeleireiros e nos liceus...

Enquanto homens, nós somos ensinados, não a "não dar parte de fraco", mas a sermos indiferentes a questões que não são verdadeiramente traumáticas, para não sermos "princesas", nem "virgens ofendidas", para não armar um arraial por causa de tudo e mais alguma coisa.

Talvez, por essa questão cultural, os homens se ignorem uns aos outros (e em consequência de tal, raramente temos invejas, ciúmes e rivalidades), enquanto as mulheres, parecem (algumas) ser tratadas de forma privilegiada. Quando alguns "machos" propensos a maior sensibilidade, se queixam, por quererem ser melhor tratados (do que a generalidade dos outros), a tendência é entendê-los como efeminadamente delicados.

Se Mónica Susana é capaz de mentir? Hmmm, ela é capaz de dizer às pessoas o que elas querem ouvir, se entender que isso a irá favorecer de alguma forma, no que tange a ascensão profissional.

Se ela é algo mariquinhas (pé de salsa)? É, e sempre apreciei isso nela. Todos devemos saber "proteger" uma mulher que tem subido num "mundo de homens", sem nunca perder a sua feminilidade. Enquanto, algumas outras, tentam parecer em público, algo que em privado rapidamente se dissipa. Nesse sentido, Mónica Susana sempre foi honestíssima.

Se, a D.ª Daniela Margarida, de alguma forma, tentou violentar ou intimidar Mónica Susana, então, obviamente, só poderei estar do lado da Directora do... daquele clube que enfrentámos na sexta-feira, ali para os lados do Colombo, aquele comandado pela digníssima Carole.

Mas, mantenho, como sempre, que certas questões não devem ser banalizadas nem instrumentalizadas à conveniência ou (insensante) busca pelo protagonismo. Se Mónica Susana gosta de ser... "Mónicacêntrica"? Indiscutivelmente! Até me choca o quanto tem estado caladinha desde que chegou ao "Coreto da Luz", mas tem sido (mais)inteligente na gestão da sua comunicação.

E não havendo agressão, não se deve insinuar ou exagerar que houve. Da mesma forma, que temáticas como assédio, importunação, discriminação, etc, devem ser respeitadas, e não servirem-se delas, para chamarem a si atenção pelo propósito de nutrirem o seu ego, alimentarem a sua paranoia ou delírios persecutórios. Ou para as armamentizar (pelas "Anas Raquéis") contra aqueles aos quais são antagónicas (os machos de índole hetero).

Em término, que Mónica Susana esteja bem, e que todos nós (que constituímos o universo Fut Fem) nos possamos focar naquelas que devem ser as verdadeiras protagonistas, as JOGADORAS. Refiro-me, naturalmente às que ascendem por mérito, e não por nepotismo.

Para descontrair, uma piadinha.

- Cláudia Teresa, que acha da Dani Arques?
- Oh, ela é tão gira, tão gira, tão gira... Quando ela entra numa esplanada, toda a gente fica a olhar. Até os cães e os gatos!!!

Ah,

Eu já tinha visto,

um porco andar de bicicleta, um cão tocar piano, um bêbado ser presidente do Sporting, e um elefante voar. Mas mais que tudo isso, é ouvir a Ana Catarina e a Mónica Susana em maio de 2026 dizerem qual é o clube do seu coração.

Uma vez mais, parabéns às (Hexa)campeãs, e continuação das melhoras para a Miri, Andreia Alexandra e Ana Catarina.

Não consigo deixar de descortinar humor, no facto de eu, que sou do Sporting, simpatizo com algumas jogadoras do clube rival, enquanto adeptos do clube rival, professam adorar essas mesmas, mas quando elas saem do clube, facilmente se percebe, que não gostam de pessoas, mas somente de tonalidades. Pobres diabos.

A.C.F


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