MARGARIDA BATLLE Y FONT: PROJECTO OU ILUSÃO?
. . . . . A eventual contratação de Ágata Filipa levanta uma questão interessante. Não sobre a jogadora. Sobre a gestão do futebol feminino do Sporting. Porque, se a contratação se confirmar, aquilo que muitos adeptos vão querer perceber não é o que Ágata Filipa pode acrescentar à equipa. É aquilo que a sua chegada diz sobre as decisões tomadas nos últimos tempos por Margarida Batlle y Font e pela estrutura que dirige. Durante mais de uma época, os sportinguistas ouviram falar da aposta na formação. Ouviram falar da necessidade de criar oportunidades para as atletas formadas no clube. Ouviram falar da importância de acreditar nas jovens jogadoras. Foi esse o enquadramento que acompanhou várias opções da secção. No entanto, quando se observa a realidade competitiva da equipa, começa a surgir uma dúvida incómoda. A estrutura está a apostar na formação porque acredita genuinamente que essas atletas têm qualidade para elevar o nível competitivo do Sporting? Ou está a apostar na formação...